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terça-feira, 1 de outubro de 2013

Rock In Roll, Punk Rock e Hardcore.

Um pequeno ensaio.

Parafraseando uma passagem do filme “V de Vendeta” que eu gosto muito, gostaria de iniciar este pequeno ensaio dizendo:

“O homem é mortal, diferente das ideias, um homem pode ser morto e esquecido, mas uma ideia não. As ideias tem poder. Pessoas matam e morrem defendendo-as. Elas não podem ser beijadas, você não pode tocar uma ideia, beija-la, abraça-la. As ideias não sangram, não sentem dor, não amam e podem durar para sempre.”

Antes de tudo quero deixar este espaço em aberto para discursões, pois ninguém é dono da verdade, então, quem seria eu para me apossar da mesma nesse momento. Quem poder me ajudar, questionar e acrescentar, será muito bem vindo.
Alguns anos atrás, por livre e espontânea vontade, e por envolvimento com algumas militâncias, resolvi fazer um pequeno estudo sobre um estilo musical que eu me identifico, o Punk Rock / Hardcore.
Não fui muito longe. Até porque eu já tinha um envolvimento e já frequentava alguns lugares como shows, encontros, casa de amigos e etc.
Na época eu já havia também assistido alguns documentários, filmes e lido alguns livros sobre contracultura e isso me ajudou muito. Então o que eu precisava era apenas traçar alguns caminhos. Na verdade a história dar se inicio quando, por eu ter contato com algumas igrejas, (instituições) alguns amigos começaram a me convidar para desenvolver um trabalho de explanação sobre a cultura alternativa junto com outros colegas nos dividindo em tentar explicar algumas culturas urbanas que se adentravam as instituições e o pessoal não sabia lidar com aquelas ideias que permeavam a cabeça dos seus neófitos.
Este foi o momento em que me vi diante um desafio. Explicar algo inexplicável.
Falar sobre um estilo musical como o hardcore é limita-lo. Nós podemos traçar alguns caminhos, recolher um material, procurar o histórico territorial quem sabe; ouvir algumas músicas, trocar algumas ideias com pessoas envolvidas e assim em diante. Agora, chegar a um denominador comum. É meio complicado!
Meu desafio ainda se tornou maior.
No inicio comecei a desenvolver um trabalho com os jovens das igrejas, depois com as lideranças e logo, aos montes, foram chegando os mais idosos e completamente leigos de música em geral.
E como se falar de algo tão complexo quanto a música alternativa?
Então, aqui, novamente me escondo por trás da passagem mencionada no início do texto. São ideias. Ideias criadas no decorrer da história da música de uma forma generalizada.
Para entender não só o estilo aqui mencionado, mas também como todos os estilos da música alternativa, precisamos fazer uma viagem ao passado. E essa viagem não se deve ser limitada a música, se deve ser feita quase que rigorosamente paralela às questões sociais que diretamente e indiretamente irão influenciar a música.
E assim, para que meus companheiros pudessem se aproximar das ideias expostas nas músicas sujas e agressivas, de poucas ou muitas notas, nos berros ensandecidos ou nas “melodias chorosas” e nos visuais “exóticos” daqueles que frequentavam minha casa, tive que voltar no tempo, estudar um pouco sobre contracultura, ler alguns manuscritos de Jack Kerouac, Allen Guisberg, Willian Boroughs, Gregory Corso e aqui no Brasil, fazer um paralelo com os saudosos Jorge Mautner, com sua Mitologia do Kaos (Deus da Chuva e da Morte, Kaos e Narciso em Tarde Cinza) que pra quem não sabe influenciou muito Caetano Veloso, Raul Seixas, Cazuza, Renato Russo, Humberto Gessinger e outros. Ouvir algumas histórias contraventoras da Beat Generation que antecedeu os Hippies, e ouvir muita, muita música!
Além disso, foi muito prazeroso saber que a “Grande Depressão” americana e a Segunda Guerra Mundial foi um belo adubo para o crescimento dessa “Geração Perdida” que arrastou suas ideias até aqui. (aqui uso palavras de Jean Paul Sartre)
Bom, conclusão.
Como uma monografia que encontrei na internet durante este tempo de busca sobre contracultura, eu ficaria aqui horas e horas tentando explicar algo que você de forma alguma irá entender como já mencionei, se não frequentar alguns shows, trocar ideias com amigos, ler algumas matérias, livros, assistir documentários e etc.
A música em geral independente de estilo é um fenômeno de contracultura, e todos os seus estilos são ramificações ideológicas bem peculiar desse movimento que é sociologicamente de proporções continentais, movimento tal que influenciou a maneira em que estão organizados hoje os movimentos de luta pela igualdade de direitos, tanto quanto mulheres, homossexuais, os movimentos anti-racistas,  e os pela legalização da maconha por exemplo. Assim também como os movimentos pacifistas, as passeatas contra a guerra, pelo equilíbrio ecológico e muita coisa que fazemos na atualidade.

Lembrando e fazendo uma ressalva, que o termo “Rock In Roll” foi criado justamente nesta situação, onde uma ideia a princípio criada para andar na contra mão do mercado musical precisava de um nome; algo a ser identificado e também comercializado pela mídia. Assim como o “Hardcore” e o “Punk Rock”.
Então porque se alarmar com as “Chicas” andando pela cidade com camisas de “Bandas de Rock” que nem elas conhecem? Isso é Merch meu caro! Fashion!

Fico por aqui.
Caindo nessa teia desafiadora de editar este “ensaio” comprometedor indicando alguns materiais.

Leia, “On The Road” de Jack Kerouac, assista o documentário “Punk: Atitude”, o brasileiro “Botinada”, procure por um filme interessante chamado “In To The Wild”, traduzido no Brasil por “Na Natureza Selvagem” e para saber mais de Hardcore e PunkRock, compre muitos DVD’s,  CD’s, e vá aos shows e Gig’s organizadas por amigos.


Indique também este texto a outras pessoas e os incentive a falar sobre o assunto e nos fazer outras colocações e indicações. Será interessante!

terça-feira, 17 de setembro de 2013

HARD TIMES!


Faça-me um favor. Antes de começar a ler este pequeno (se assim posso dizer) desabafo, se despida de seus conceitos, e das suas “verdades absolutas” que lhe caem muito bem como uma camisa de força. Também, não pense em ninguém, apesar de quê, conforme as palavras vão fluindo, penso em todos vocês, meus amigos, parceiros e irmãos que sempre estiveram dispostos a rasgar o peito e assim como eu, se deixarem ser acessíveis. Então aqui, neste momento, olhe pra dentro de você mesmo, relaxe e faça o seu “Insight”. (O excesso de vírgulas foi proposital)
Em minha caminhada sempre conversei com muita gente, desde adolescentes aos mais experientes, gente de tudo quanto é pensamento. Religiosos, ateus, agnósticos, santos e profanos, (homens e deuses). Eu gosto disso, essas conversas sempre foram bem interessantes, e me levam a lugares na minha mente nunca antes habitáveis.
Mas faz alguns anos que uma coisa me incomoda bastante.
Estamos todos enlouquecendo. (sem uso de aspas)
É fácil se dizer que os tempos são difíceis, que não há mais amor, e que as pessoas estão cada vez mais individuais e frias. Isso tudo já virou roteiro de novela das oito. Todo mundo sabe. Mas a coisa é ainda mais profunda. Eu mesmo já quase esbravejei em alto falantes a frase que já se tornou um mantra em minha vida: “Os relacionamentos estão difíceis!”
E aqui, agora, imagino que algum desavisado já deve estar entrando pelas veredas espirituais e caçando aquele versículo bíblico pra dar aquela bela “chulapada”, igual se faz com  toalha molhada.
Por favor!
Ou no mínimo vai achar que vou desencadear um discurso que tudo isso é a “falta de Deus” ou coisas desse tipo.
Numa boa?
Acredito que subestimamos o nosso próprio poder de autodestruição.
A sobrecarga de informações e a falta dela são dois lados da mesma moeda. E Independente disso, as aflições vem umas atrás das outras, e a cavalo. Desde o mais pobre ao mais rico, do ateu ao pastor abençoado. Ninguém é de ninguém e nem quer ser.
Liberdade? Outra escravidão. Droga viciante!
Talvez, quanto a esse tipo de assunto, levanto em conta as conversas que já tive, os desabafos que já ouvi,  e as noites em claro, darei belos rodopios bem no estilo Dinho Ouro Preto, e não chegarei onde quero chegar. Porque são mais de dez anos ouvindo e compartilhando lágrimas estrondosas pelas esquinas da vida e mesas de bar.
Então, “pra concluir” mais alguns breves parágrafos.
Algumas pessoas, apesar de cercadas de amigos, de terem um rostinho alegre, e de viverem com tudo do bom e do melhor, ainda se sentem vazias. Algumas pessoas ainda cheias de Deus, ou de outra espiritualidade qualquer, contrariam as estatísticas, e também se sentem atormentadas. Loucas pra saírem daqui pra melhor.
Mas por quê?
A mente humana?
Doenças da alma?
Só Deus sabe.
Todos nós temos discursos prontos pra esse tipo de situação. Até passar por tal. E as convicções, tomam Red Bull e criam asas. São convicções até o raiar de um novo dia!
Somos como ratos raivosos engaiolados dentro de nós mesmos.
É meu caro, nos últimos dias, todas as noites, tenho colocado minha cabeça no travesseiro e pensado bastante. Converso com Deus, Ele fala comigo, às vezes fica quieto me ouvindo. E às vezes, (confesso até que na maioria delas) nem me lembro Dele.
Mas uma coisa eu sei, e é o que tem me deixado mais aflito...
As coisas não andam boas pra ninguém, pra ninguém irmão.
E sem querer ser pessimista, acho que não melhora não.
Se não houver uma boa reviravolta e começarmos a nos voltar uns pros outros, ainda teremos algumas surpresas.

“Só os loucos sabem!”

domingo, 4 de novembro de 2012

Mais um pouco da história do Hardcore e Punkrock.

Você sabia que no início, a galera (os titulados Punks) sem algumas bandas relevantes e sem um espaço para shows. A solução era se reunir e fazer festas na casa dos amigos pra ouvir os LP's das bandas de Reggae? Então, na época as bandas de reggae eram umas das poucas que em suas letras lutavam pelas questões sociais e contra esse sistema opressor regente até hoje.

Vou indicar uma das bandas que adimiro muito, pela sua tragetória, posição, e pelo conteúdo das letras.
E talvez algumas pessoas nem conheçam esse início de caminhada dessa banda que hoje optou por estar fazendo um som mais levado para o Reggae, e faz muito bem feito por sinal.

Segue um show inteiro:

Bad Brains - Live at CBGB 1982


E você, sabia dessa história?
Me indica uma boa banda de Reggae com essas características pra ouvirmos junto!
Aguardo vocês...

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Subversivo e Marginal. (?)


Segunda parte do ensaio sobre Punk Rock / Hardcore 

“Faltavam dois meses até chegar àquela data e nós já estávamos compartilhando as ideias e todo mundo já estava curtindo. Só faltavam cinco minutos para o pessoal começar a plugar os instrumentos no dia marcado e nós já estávamos ali nos espremendo entre o pequeno espaço entre os músicos e nós. Dois microfones além do reservado ao vocalista já havia sido disponibilizados para o “Sing Along”, essa é a forma mais importante de dizer que ali não há espaço para artistas, somos todos iguais.”

Pergunte a qualquer um o que tudo aquilo significava, e em um espaço pequeno de tempo no alvoroço da situação o máximo que você vai ouvir é a seguinte frase:

“Eu trabalho todos os dias duramente, aturando esse sistema macabro lá fora, ansioso por isso aqui. Por estar com meus amigos!”

É assim que funciona. Aceitamos o desafio!
Não há como responder o que é Hardcore.
Ou porque ser Punk.
Em tese, pode-se também dizer que além do velho lema “Paz e Amor” e o já massificado discurso contra miséria e fome, nós nos reunimos também pra discutir contra os temas que em geral sempre oprimiram os homens desde os primórdios das sociedades humanas, independente de classe social a que pertencem. Eu sou capaz de descrever todo o desfecho de uns três dias de evento com tudo o que gostamos. Amostras, palestras, vídeos, tudo sem se quer citar o nome de uma banda envolvida, e você, meu caro leitor, ficará em êxtase total, empolgado para frequentar nossas próximas reuniões. E propositalmente, é isso que irei fazer, não vou citar bandas como exemplo e nem vou mencionar pessoas, não vou fazer nada que possa limitar essa ideia. Nem mesmo uma imagem irá acompanhar este texto.
É isso que a crítica sempre quis que fizéssemos; pressionando-nos para definirmos o que somos, nos limitasse e em fim nos domesticasse.
A razão é simples, domesticados, somos mais um na estante.
Mas, infelizmente, meu discurso acaba aqui. Nos deram esse rótulo. Nos chamaram de Punks e nossa música de Hardcore, e vice-versa. E chegamos onde estamos. Tentamos mudar por várias vezes, nos esquivando para todos os lados. Tornamos nosso visual mais grotesco, fizemos músicas mais rápidas, ficamos mais agressivos e eles não desistiram, vieram atrás de nós. O “estabilishment” nos persegue como persegue qualquer movimento cultural.
Pegamos suas músicas longas de solos intermináveis que rendiam rios de dinheiro e transformamos em palavras de ordem de dois ou três minutos no máximo e sujamos suas guitarras, vocais e arte visual, tudo que tem direito. E então após matar o “escorpião que dilacerava seu veneno” chamado de música progressiva, com o Hardcore nasce o “Darth Vader” da música comercial, o Trash Metal, o Death, Grind, Splater, Gore, tudo “muito bem elaborado”, porém podre e sujo, sobre a essência inicial, (sem controvérsias[rs]) tudo pra fugir do mercado capitalista.  
É, mas não deu certo.
Em qualquer loja de roupas, seja ela de grife ou não você encontra o seu “Look Punk Rockeiro” e em qualquer loja de música você vai encontrar uma banda revezando seus vocais em melódicos, berrados, guturais e outros mais.
Mas nós não desistimos, como eu mencionei na primeira parte deste ensaio, somos uma ideia e ideias permanecem perpetuando.
Continuamos de pé.
Insistimos.

*Somos duros de roer!

*(O Sarcasmo aqui fica por minha conta) (rs)

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Punk Rock / Hardcore.

Um pequeno e "subversivo" ensaio.


Parafraseando uma passagem do filme “V de Vendeta” que eu gosto muito, gostaria de iniciar este pequeno ensaio dizendo:

“O homem é mortal, diferente das ideias, um homem pode ser morto e esquecido, mas uma ideia não. As ideias tem poder. Pessoas matam e morrem defendendo-as. Elas não podem ser beijadas, você não pode tocar uma ideia, beija-la, abraça-la. As ideias não sangram, não sentem dor, não amam e podem durar para sempre.”

Antes de tudo quero deixar este espaço em aberto para discursões, pois ninguém é dono da verdade, então, quem seria eu para me apossar da mesma nesse momento. Quem poder me ajudar, questionar e acrescentar, será muito bem vindo.
Alguns anos atrás, por livre e espontânea vontade, e por envolvimento com algumas militâncias, resolvi fazer um pequeno estudo sobre um estilo musical que eu me identifico, o Punk rock / Hardcore.
Não fui muito longe. Até porque eu já tinha um envolvimento e já frequentava alguns lugares como shows, encontros, casa de amigos e etc.
Na época eu já havia também assistido alguns documentários, filmes e lido alguns livros sobre contracultura e isso me ajudou muito. Então o que eu precisava era apenas traçar alguns caminhos. Na verdade a história dar se inicio quando, por eu ter contato com algumas igrejas, (instituições) alguns amigos começaram a me convidar para desenvolver um trabalho de explanação sobre a cultura alternativa junto com outros colegas nos dividindo em tentar explicar algumas culturas urbanas que se adentravam as instituições e o pessoal não sabia lidar com aquelas ideias que permeavam a cabeça dos seus neófitos.
Este foi o momento em que me vi diante um desafio. Explicar algo inexplicável.
Falar sobre um estilo musical como o hardcore é limita-lo. Nós podemos traçar alguns caminhos, recolher um material, procurar o histórico territorial quem sabe; ouvir algumas músicas, trocar algumas ideias com pessoas envolvidas e assim em diante. Agora, chegar a um denominador comum. É meio complicado!
Meu desafio ainda se tornou maior.
No inicio comecei a desenvolver um trabalho com os jovens das igrejas, depois com as lideranças e logo, aos montes, foram chegando os mais idosos e completamente leigos de música em geral.
E como se falar de algo tão complexo quanto a música alternativa?
Então, aqui, novamente me escondo por trás da passagem mencionada no início do texto. São ideias. Ideias criadas no decorrer da história da música de uma forma generalizada.


Para entender não só o estilo aqui mencionado, mas também como todos os estilos da música alternativa, precisamos fazer uma viagem ao passado. E essa viagem não se deve ser limitada a música, se deve ser feita quase que rigorosamente paralela às questões sociais que diretamente e indiretamente irão influenciar a música.
E assim, para que meus companheiros pudessem se aproximar das ideias expostas nas músicas sujas e agressivas, de poucas ou muitas notas, nos berros ensandecidos ou nas “melodias chorosas” e nos visuais “exóticos” daqueles que frequentavam minha casa, tive que voltar no tempo, estudar um pouco sobre contracultura, ler alguns manuscritos de Jack Kerouac, Allen Guisberg, Willian Boroughs, Gregory Corso e aqui no Brasil, Jorge Mautner, com sua Mitologia do Kaos (Deus da Chuva e da Morte, Kaos e Narciso em Tarde Cinza) que pra quem não sabe influenciou muito Caetano Veloso, Raul Seixas, Cazuza, Renato Russo, Humberto Gessinger e outros. Ouvir algumas histórias contraventoras da Beat Generation que antecedeu os Hippies, e ouvir muita, muita música!
Além disso, foi muito prazeroso saber que a “Grande Depressão” americana e a Segunda Guerra Mundial foi um belo adubo para o crescimento dessa “Geração Perdida” que arrastou suas ideias até aqui. (aqui uso palavras de Jean Paul Sartre)
Bom, concluindo essa primeira parte.
Como uma monografia que encontrei na internet durante este tempo de busca sobre contracultura, eu ficaria aqui horas e horas tentando explicar algo que você de forma alguma irá entender como já mencionei, se não frequentar alguns shows, trocar ideias com amigos, ler algumas matérias, livros, assistir documentários e etc.
A música em geral independente de estilo é um fenômeno de contracultura, e todos os seus estilos são ramificações ideológica bem peculiar desse movimento que é sociologicamente de proporções continentais que influenciou a maneira em que estão organizados hoje os movimentos de luta pela igualdade de direitos para as mulheres, em defesa dos homossexuais, os movimentos anti-racistas, pela legalização das drogas, os movimentos pacifistas e as passeatas contra a guerra e pelo equilíbrio ecológico e muita coisa que fazemos na atualidade.

Enquanto preparo uma segunda parte para este ensaio vou indicando alguns materiais bem populares sobre o assunto.

Leia, “On The Road” de Jack Kerouac, assista o documentário “Punk: Atitude” o brasileiro “Botinada” procure por um filme interessante chamado “In To The Wild”, traduzido no Brasil por “Na Natureza Selvagem” e para saber mais de Hardcore e PunkRock, compre muitos DVD’s,  CD’s, e vá aos shows e Gig’s organizadas por amigos!

Indique também este texto a outras pessoas e os incentive a falar sobre o assunto e nos fazer outras colocações e indicações. 
Será interessante!
Vamos em frente...

domingo, 7 de outubro de 2012

Ano Zero

Ao som de Cro-Mags - Age Of Quarrel

Tudo tem seu tempo, já dizia o sábio. E aqui estou eu novamente carregando o velho fardo da inquietação. Mas posso ser sincero? E o devo. Não sei responder se me perguntassem por que eu parei. Mas a vida é assim mesmo, cheia de altos e baixos!
Uma coisa você, meu caro e ilustríssimo colega deve ficar sabendo. Eu parei na hora certa. Pois eu já estava com baldes e baldes cheios de merda pra jogar no ventilador. E aqui pra nós, iria respingar até nos confins dos infernos!
É sempre assim guando um soldado cai e o exército continua andando sem olhar pra trás, o velho e bom samaritano sempre está ligado e vem na escolta erguendo os abatidos e os recompondo ao posto de sentinela.

E agora, vamos nessa?
Alguém disposto a fazer parte dessa guerrilha e se alistar na infantaria?

Que tal dessa vez fazermos isso junto?

Vamos compartilhar algumas ideias, pensamentos, músicas, shows.
Falar sobre trabalho, família, espiritualidade.

Só não vamos cometer o erro de alguns colegas com aquela velha conversa informal e distorcida sobre a vida alheia.

E então, o que você me sugere?

Quem vai ser o primeiro?

Comenta ae que aqui não tem botão pra curtir não!