sábado, 7 de fevereiro de 2009

Personalidade de Cristo do ponto de vista Cientifico


Fazendo algumas pesquizas para um estudo de nossa comunidade encontrei no blog do irmão Alberto Lopes este texto sobre a personalidade de Cristo segundo a analise do Dr. Augusto Jorge Cury, então segue pra galera!

1) Protegia a sua emoção diante dos focos de tensão.

2) Filtrava os estímulos stressantes.

3) Não fazia da sua memória uma lata de lixo das misérias existenciais.

4) Não gravitava em torno das ofensas e rejeições sociais.

5) Pensava antes de reagir.

6) Era convicto no que pensava e gentil na maneira de expor os seus pensamentos.

7) Transferia a responsabilidade de crer nas suas palavras e segui-lo aos próprios ouvintes.

8) Vivia a arte do perdão. Podia retomar o diálogo a qualquer momento com as pessoas que o frustravam.

9) Era um investidor em sabedoria diante dos Invernos da vida. Fazia das suas dores uma poesia.

10) Não fugia dos seus sofrimentos, mas enfrentava-os com lucidez e dignidade.

11) Quanto mais sofria, mais alto sonhava.

12) Não reclamava nem murmurava. Supervalorizava o que tinha, e não o que não tinha.
13) Geria com liberdade os seus pensamentos. As ideias negativas não tinham lugar na sua mente.

14) Era um agente modificador da sua história, e não vítima dela.

15) Não sofria por antecipação.

16) Rompia todo o cárcere intelectual. Era flexível, solidário e compreensível.

17) Brilhava no seu raciocínio, pois abria as janelas da sua memória e pensava em todas as possibilidades.

18) Contemplava o belo nos pequenos eventos da vida.

19) Não gravitava em torno da fama e jamais perdia o contacto com as coisas simples.

20) Vivia cada minuto da vida com intensidade. Não havia nele sombra de tédio, rotina e angústia existencial.

21) Era sociável, agradável, relaxante. Estar ao seu lado era uma aventura contagiante e estimulante.

22) Vivia a arte da autenticidade.

23) Sabia compartilhar os seus sentimentos e falar de si mesmo.

24) Vivia a arte da motivação. Conseguia erguer os olhos e ver as flores antes que as sementes tivessem brotado, antes do cair das primeiras chuvas.

25) Não esperava muito das pessoas que o rodeavam, nem das mais íntimas, embora se doasse intensamente por elas.

26) Tinha enorme paciência para ensinar e não vivia em função dos erros dos seus discípulos.

27) Nunca desistia de ninguém, embora as pessoas pudessem desistir dele.

28) Tinha enorme capacidade para encorajá-las, ainda que fosse com um olhar. Usava os seus erros como adubo da maturidade, e não como objecto de punição.

29) Sabia estimular as suas inteligências e conduzi-las a pensar em outras possibilidades

30) Conseguia ouvir o que as palavras não diziam e ver o que as imagens não revelavam.

31) A ninguém considerava seu inimigo, embora alguns o considerassem uma ameaça para a sociedade.

32) Conseguia amar com um amor incondicional, um amor que ultrapassava a lógica do retorno.

1 comentários:

Thico Pé Torto disse...

Puxa Fox... tá lendo o meu coração agora pra ficar postando essas coisas que eu preciso escutar hehehe
Deus te abençõe!

"Para chegar a Deus você precisa passar pelo homem. Para Deus chegar em você Ele também precisa passar pelo homem. Não existe contato direto com Deus, isto é, todo contato entre o humano e o divino é mediado por um outro humano. O humano é ponte entre o humano e o divino. O humano é ponte entre o divino e o humano. Toda vez que você pretender um contato imediato com Deus, deixando de lado a ponte humana, isto é, a horizontalidade que Ele mesmo providenciou, você vai cair num abismo sem fim, isto é, vai experimentar o vazio, aquele sentimento de estar falando com ninguém. É isto o que o Evangelho ensina quando afirma que “existe apenas um Mediador entre Deus e os homens: Cristo Jesus, homem”   

(1Timóteo 2.5).

“A distância que vai entre a janela e os meus olhos determina o que vejo lá fora na rua. Se fico mais perto, a visão se alarga; se fico de longe, a visão se estreita. Se vou à esquerda, enxergo a praça; se vou à direita, enxergo a torre. Sou eu que determino o que aparece lá fora na rua para servir de panorama aos meus olhos. Mas nem por isso é falso ou errado aquilo que vejo e descrevo, pois não sou eu que crio as coisas que aparecem lá fora. Já existiam antes de mim. Não dependem de mim. É útil e até necessário que cada um defina bem clara e honestamente aquilo que vê pela sua janela. Isso redundará em benefício da análise que se faz da realidade da vida. O que me consola é que todos somos assim. Bem limitados e condicionados pelos próprios olhos, dependentes uns dos outros. É trocando as experiências, numa conversa franca e humilde, que nos ajudamos a enxergar melhor as coisas que vemos, e a romper as barreiras que nos separam sem razão. Pois ninguém é dono da verdade. Intérprete só”.

Carlos Mesters


"A justiça divina existe, mas Deus quer nos ver lutando pela justiça humana - implementada no curto prazo e não apenas no longo prazo; neste mundo e não no próximo; dentro do tempo e do espaço, não na infinitude e na eternidade"