sábado, 7 de fevereiro de 2009

Eu essencialmente recomendo!


Tem alguns livros que perco um tempo considerável lendo, são poucos, mas quando isso acontece é pelo fato de poder tirar dos mesmos, um vasto material para estudo e compreensão de algumas coisas, por exemplo, o último que ocupou quase um mês em minha cabeceira foi o “Cabeça de Porco” de Celso Athayde, Luiz Eduardo Soares e MV Bill, isso faz um bom tempo, os outros vou fazendo aquelas anotações básicas; alguns rabisco e pronto, já terminaram em alguns dias, então, deixo na estante pra hora certa.
O último agora que vem ocupando quase dois meses em minhas mãos é “Um Jumentinho na Avenida – A Missão da igreja e as cidades” de Marcos Monteiro, simplesmente o essencial. Meu caro irmão Marcos da escola de missões Verbalizando, me emprestou, e sinto em seus olhos no domingo uma preocupação quase que absurda se já terminei de ler. É claro que não vai dar pra ficar apenas no empréstimo, terei realmente que comprá-lo, uma verdadeira escola pros tempos urbanos de hoje, vale a pena conferir e eu não poderia de recomendar pra vocês, compre-o, vale apena!

0 comentários:

"Para chegar a Deus você precisa passar pelo homem. Para Deus chegar em você Ele também precisa passar pelo homem. Não existe contato direto com Deus, isto é, todo contato entre o humano e o divino é mediado por um outro humano. O humano é ponte entre o humano e o divino. O humano é ponte entre o divino e o humano. Toda vez que você pretender um contato imediato com Deus, deixando de lado a ponte humana, isto é, a horizontalidade que Ele mesmo providenciou, você vai cair num abismo sem fim, isto é, vai experimentar o vazio, aquele sentimento de estar falando com ninguém. É isto o que o Evangelho ensina quando afirma que “existe apenas um Mediador entre Deus e os homens: Cristo Jesus, homem”   

(1Timóteo 2.5).

“A distância que vai entre a janela e os meus olhos determina o que vejo lá fora na rua. Se fico mais perto, a visão se alarga; se fico de longe, a visão se estreita. Se vou à esquerda, enxergo a praça; se vou à direita, enxergo a torre. Sou eu que determino o que aparece lá fora na rua para servir de panorama aos meus olhos. Mas nem por isso é falso ou errado aquilo que vejo e descrevo, pois não sou eu que crio as coisas que aparecem lá fora. Já existiam antes de mim. Não dependem de mim. É útil e até necessário que cada um defina bem clara e honestamente aquilo que vê pela sua janela. Isso redundará em benefício da análise que se faz da realidade da vida. O que me consola é que todos somos assim. Bem limitados e condicionados pelos próprios olhos, dependentes uns dos outros. É trocando as experiências, numa conversa franca e humilde, que nos ajudamos a enxergar melhor as coisas que vemos, e a romper as barreiras que nos separam sem razão. Pois ninguém é dono da verdade. Intérprete só”.

Carlos Mesters


"A justiça divina existe, mas Deus quer nos ver lutando pela justiça humana - implementada no curto prazo e não apenas no longo prazo; neste mundo e não no próximo; dentro do tempo e do espaço, não na infinitude e na eternidade"